Atelier Heráldico


Criando e Refazendo Brasões de Nobreza

ste brasão foi desenhado de acordo com sua descrição heráldica. Não existia modelo previamente desenhado par servir de modelo. Há regras para se arquivar brasões apenas por texto, e este é um exemplo.

Brasão de Domingos Ribeiro dos Guimarães Peixoto, Barão de Iguarassú, extraído do "Anuário Genealógico Brasileiro", que por sua vez compilou o texto do "Archivo Nobiliárchico Brasileiro", e que teve parte de sua descrição heráldica arrumada de acordo com o "Armorial Lusitano", na parte da descrição da partição dos Guimarães.

Carta de Brasão de Armas passada a Domingos Ribeiro dos Guimarães Peixoto, primeiro Barão de Iguarassú, em 14 de agosto de 1845, registrada no Cartório da Nobreza, Livro VI, folha 53: um escudo esquartelado: no primeiro, enxadrezado de ouro e azul, de cinco peças em pala; no segundo e no terceiro, em campos de goles, um leão de ouro rompente; e no quarto, de prata, fretado de dez peças em banda e nove de contrabanda de negro, com pala de vermelho, um leão de arminhos, armado e lampassado de sable, empunhando uma espada ensangüentada na mão esquerda, guarnecida de ouro, broncante sobre tudo. Timbre: o mesmo leão do quarto quartel, com uma maça de ouro em ambas as patas. Divisa: “QUASCUNQUE FINDIT”. Coroa: de Barão. Não constam as cores da divisa, mas, para serem corretas, deverá ser com letras de ouro sobre listão de azul ou goles.

Fontes: Anuário Genealógico Brasileiro, III, 18; Archivo Nobiliárchico Brasileiro; Armorial Lusitano. ..."

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